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Uma visão detalhada do que há dentro do Museu Britânico


O Museu Britânico é uma das instituições culturais mais notáveis do mundo, reunindo mais de dois milhões de anos de história da humanidade por meio de artefatos das principais civilizações. No interior, cada galeria revela um capítulo diferente da história, desde impérios antigos até mundos perdidos, tudo sob um único teto extraordinário.

  • Imperdíveis: A Pedra de Roseta, múmias egípcias e relevos assírios que revelam algumas das primeiras histórias escritas e poderosos impérios antigos
  • Joias escondidas: Esculturas gregas, tesouros da Mesopotâmia e coleções asiáticas bem detalhadas, escondidas em galerias mais tranquilas e menos lotadas
  • Dica: O museu abrange um vasto período histórico e vários andares, por isso é melhor planejar um percurso específico e chegar logo na hora da abertura durante a semana para aproveitar ao máximo a visita.

Saiba mais sobre: Galerias e coleções | História | Múmias

O que esperar do Museu Britânico?

Mais do que uma simples visita a um museu, o Museu Britânico é uma história que percorre mais de dois milhões de anos da história da humanidade. Entre e, em um único passeio, você vai passar de impérios antigos a civilizações globais — onde pedras, esculturas e artefatos contam, em silêncio, histórias de poder, crenças e vida cotidiana em todo o mundo.

Civilizações antigas e as origens da história

  • Artefatos: As primeiras civilizações surgem por meio de objetos que moldaram a escrita, a religião e a sociedade organizada, mostrando como a humanidade começou a registrar sua própria história.
  • Império e obras monumentais em pedra: Os impérios antigos expressavam seu poder por meio da grandiosidade e do simbolismo, com os relevos assírios servindo como testemunhos de reinos desaparecidos.
  • Fundamentos da civilização: De múmias egípcias à arte grega e romana, essas galerias mostram como as culturas antigas moldaram ideias que ainda hoje definem o mundo moderno.
  • Histórias ocultas e narrativas esquecidas: Moedas, ferramentas e objetos pessoais revelam o cotidiano, mostrando como as pessoas comuns viviam e davam sentido às suas vidas ao longo dos séculos.

Obras-primas que você não pode perder

  • Pedra de Roseta: Um dos objetos mais importantes da história da humanidade, fundamental para decifrar os hieróglifos do antigo Egito.
  • Múmias egípcias: Vestígios notavelmente bem preservados que revelam antigas crenças sobre a vida após a morte.
  • Esculturas do Partenon: Obras monumentais que capturam o apogeu artístico e cultural da Grécia Antiga.

Lida com a sobrecarga / o que priorizar

Com uma coleção tão vasta, é melhor começar pelo Egito, pela Assíria e pela Grécia antes de explorar as galerias mais recônditas. Uma visita guiada ajuda a ligar as principais histórias e dá uma estrutura à experiência, sem deixar de lado os pontos altos.

Explora tudo o que há dentro do Museu Britânico

Não ficas só a passear — descobre o Museu Britânico com todo o contexto

Com milhares de peças espalhadas por vastas galerias, é fácil deixar passar as histórias que tornam o Museu Britânico verdadeiramente inesquecível. Uma visita guiada te ajuda a ir além das peças mais conhecidas, conectando civilizações antigas, objetos icônicos e detalhes ocultos em uma viagem imersiva pela história da humanidade.

Dentro do Museu Britânico

Piso térreo

O térreo abriga muitas das galerias mais famosas do museu e costuma ser o andar mais movimentado. É o melhor ponto de partida para quem visita o museu pela primeira vez, com as principais coleções dispostas ao redor do Grande Pátio.

Galerias egípcias

  • Pedra de Roseta: Um dos objetos mais emblemáticos do museu e a chave para decifrar os hieróglifos do antigo Egito.
  • Esculturas monumentais: Estátuas colossais de faraós, esculturas em templos e sarcófagos de pedra revelam a grandiosidade e o poder do antigo Egito.
  • Escritas antigas e religião: As inscrições antigas, os objetos funerários e os artefatos cerimoniais revelam como os egípcios entendiam a realeza, a morte e a vida após a morte.

Galerias assírias e mesopotâmicas

  • Relevo assírio de caça ao leão: Enormes painéis de pedra esculpida provenientes de palácios reais, retratando vitórias militares e caçadas cerimoniais.
  • Figuras de guardiões alados: As monumentais esculturas de lamassu com cabeça humana costumavam guardar as entradas das cidades e palácios assírios.
  • Civilizações mesopotâmicas: Tablilhas, esculturas e objetos do Iraque e das regiões vizinhas revelam algumas das sociedades urbanas mais antigas do mundo.

Galeria Iluminismo

  • Exposições do museu histórico: Um dos espaços de exposição mais antigos do museu que ainda existe, projetado para mostrar como os estudiosos do século XVIII colecionavam e organizavam o conhecimento.
  • Curiosidade científica e colecionismo: Prateleiras repletas de artefatos, livros e espécimes naturais recriam a atmosfera dos primeiros museus públicos.

Grande Pátio e Sala de Leitura

  • Pátio central com teto de vidro: O coração arquitetônico do museu, projetado pela Foster + Partners sob uma enorme cobertura de aço e vidro.
  • Sala de Leitura Histórica: O famoso espaço de leitura circular que já foi frequentado por escritores e estudiosos, incluindo Karl Marx e Virginia Woolf.
  • Instalações para visitantes: Cafés, áreas de descanso, lojas e as principais entradas das galerias estão todas conectadas por esse espaço central.

Andares superiores

Os andares superiores abordam a Grécia Antiga, Roma, a Ásia, a Europa medieval e a cultura funerária egípcia. Essas galerias são mais tranquilas e ideais para uma visita mais demorada, além das principais atrações do andar de baixo.

Galerias da Grécia e de Roma

  • Esculturas do Partenon: Esculturas monumentais de mármore do Partenon, em Atenas, consideradas obras-primas da arte clássica grega.
  • Escultura e cerâmica gregas: Estátuas, cerâmicas e inscrições que retratam a mitologia, a política e a vida cotidiana no Mediterrâneo antigo.
  • Antiguidades romanas: Bustos, mosaicos, joias e objetos decorativos que refletem a magnitude e a influência do Império Romano.

Galerias de múmias egípcias

  • Múmias e caixões: Restos mortais em excelente estado de conservação, expostos ao lado de caixões pintados e máscaras funerárias.
  • Crenças sobre a vida após a morte: Objetos funerários, amuletos e itens encontrados em tumbas revelam as crenças do antigo Egito sobre a morte e o renascimento.

A Grã-Bretanha e a Europa medieval

  • Tesouros de Sutton Hoo: Armas anglo-saxônicas, objetos de ouro e o famoso capacete de Sutton Hoo, descobertos em um túmulo real com um navio.
  • Peças de xadrez de Lewis: Peças de xadrez medievais esculpidas com detalhes minuciosos, feitas de marfim de morsa e dentes de baleia.
  • A Grã-Bretanha no início da Idade Média: Artefatos que mostram a transição da Grã-Bretanha da influência romana para o mundo medieval.

Galerias da Ásia e do mundo islâmico

  • Cerâmica e escultura chinesas: Séculos de artesanato, desde porcelana e jade até esculturas budistas.
  • Coleções do Sul da Ásia: Esculturas hindus, budistas e jainistas, além de artes decorativas de todo o subcontinente indiano.
  • Arte islâmica: Caligrafia, cerâmica, têxteis e fragmentos arquitetônicos que mostram as tradições artísticas do mundo islâmico.

Piso inferior

O andar de baixo é mais tranquilo e menos lotado, com galerias dedicadas às culturas do mundo e a exposições temporárias.

Galerias da África

  • Objetos cerimoniais e esculturas: Máscaras, tecidos, esculturas e objetos rituais que representam diversas culturas de todo o continente africano.
  • Obras africanas contemporâneas: Obras de arte contemporâneas expostas ao lado de coleções históricas, conectando as tradições do passado com a expressão cultural atual.

Exposições temporárias

  • Exposições internacionais itinerantes: Exposições especiais com peças emprestadas raras, coleções temáticas e análises históricas ou artísticas específicas.
  • Telas imersivas: Apresentações multimídia, painéis explicativos detalhados e instalações temporárias oferecem uma visão mais aprofundada sobre civilizações e temas específicos.

Como explorar o Museu Britânico

  • Entrada gratuita: A entrada no Museu Britânico é gratuita, mas é altamente recomendável reservar online um horário de visita, especialmente no verão, nos fins de semana e nas férias escolares, quando as filas se formam rapidamente na entrada principal.
  • Tours guiados: Com milhares de objetos espalhados por vários andares e civilizações, o Museu Britânico pode parecer um pouco avassalador sem um contexto. As visitas guiadas ajudam a conectar os principais destaques, como a Pedra de Roseta, as esculturas do Partenon e os relevos assírios, em uma jornada coesa pela história da humanidade.
  • Evita as multidões entrando mais cedo: Mesmo com a entrada gratuita, as verificações de segurança e os controles de horários de entrada podem causar longas filas nos horários de pico. Reservar horários de entrada bem cedo e participar de uma visita guiada ajuda a começar a visita com mais tranquilidade e a se concentrar primeiro nos principais destaques do museu.

Percurso de 60 minutos com os pontos altos

Concentre-se na Pedra de Roseta, nas esculturas egípcias, nos relevos assírios, no Grande Pátio e nas esculturas do Partenon para uma introdução rápida, mas gratificante, aos maiores ícones do museu.

Percurso imperdível de 2 horas pelas galerias

Começa pelo Egito e pela Assíria antes de seguir para a Grécia, Roma e os tesouros de Sutton Hoo. Este percurso oferece uma visão mais ampla de como as civilizações antigas moldaram o mundo moderno.

Percurso intensivo de meio dia

Explora o museu além das galerias mais conhecidas, passando pela Galeria do Iluminismo, pelas coleções asiáticas, pela Europa medieval e pelas exposições temporárias, para uma experiência mais completa.

  • Fotografia: É permitido tirar fotos na maioria das galerias permanentes, mas o uso de flash, tripés, bastões de selfie e equipamentos profissionais é proibido. Algumas exposições temporárias podem proibir totalmente a fotografia.
  • Controle de segurança: Todos os visitantes passam por controles de segurança semelhantes aos dos aeroportos na entrada. Bagagens grandes e malas volumosas podem não ser permitidas dentro do museu.
  • Comida e bebida: Não é permitido comer nem beber dentro das galerias, mas há cafés e áreas de descanso disponíveis ao redor do Great Court.
  • Esboço: Em geral, é permitido desenhar a lápis nas galerias permanentes, mas o uso de tinta, tinta a óleo, cavaletes e equipamentos de arte de grandes dimensões é proibido.
  • Crianças e famílias: Crianças menores de 12 anos devem estar acompanhadas por um adulto enquanto estiverem dentro do museu.
  • Acesso sem degraus: A maioria das principais galerias é acessível a cadeirantes, com elevadores e percursos sem degraus que ligam os diferentes andares do museu.
  • Cadeiras de rodas e equipamentos de mobilidade: Cadeiras de rodas manuais estão disponíveis gratuitamente, sujeito à disponibilidade.
  • Instalações acessíveis: Em todo o complexo do museu, há banheiros adaptados, áreas com assentos e entradas sem degraus.
  • Atendimento ao visitante: Estão disponíveis guias com letras grandes, recursos sensoriais, sistemas de amplificação de som e apoio à acessibilidade para visitantes com necessidades visuais, auditivas ou de mobilidade.
  • Cães de assistência: Cães de assistência registrados são bem-vindos em todo o museu.
  • A Galeria do Iluminismo: Um dos espaços mais charmosos do museu, que recria a forma como os primeiros estudiosos exibiam suas coleções e compartilhavam seu conhecimento no século XVIII.
  • Peças de xadrez de Lewis: Peças de xadrez medievais com entalhes intricados que muitas vezes passam despercebidas, apesar de estarem entre os objetos históricos mais fascinantes do museu.
  • Coleções asiáticas: Galeria mais tranquilas, repletas de cerâmicas chinesas, esculturas budistas, gravuras japonesas e artes decorativas, que muitos visitantes acabam deixando de ver.

Dicas para os visitantes

  • Conheça o Egito primeiro: Se a Pedra de Roseta for sua prioridade, vai direto para a Sala 4 logo cedo — o lugar fica bem mais cheio no final da manhã.
  • Viaja com pouca bagagem: As bolsas menores passam mais rápido pela segurança e tornam muito mais confortável percorrer os longos corredores do museu.
  • Faça pausas de forma estratégica: O museu é bem maior e mais cansativo do que muitos visitantes de primeira viagem esperam, então dá uma parada no Pátio Grande antes de subir para as galerias dos andares superiores.
  • Evita o cansaço de visitar museus: Não tente ver tudo numa única visita. Concentre-se no Egito, na Assíria, na Grécia e em uma coleção mais discreta para uma experiência mais gratificante.
  • Use o Grande Pátio com sabedoria: É o lugar ideal para descansar um pouco, tomar algo e se orientar antes de seguir para outra seção do museu.

Perguntas frequentes sobre o que há no Museu Britânico

Sim. A entrada na coleção permanente do Museu Britânico é gratuita, embora algumas exposições temporárias exijam a compra de ingresso. Recomenda-se reservar um horário de visita online durante os períodos de maior movimento.

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